terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ministérios...

Ministério de Louvor da Igreja Batista em Vicência

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Reforma Protestante – 492 anos de História


Neste dia 31 de Outubro, estarão discorrendo 492 anos de História e Defronto-me com este assunto a cada dia como professor de História, membro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus e cidadão, os comentários são inúmeros principalmente referentes à Fé, Teologia e História da Igreja.Estudar a História da Igreja nos traz edificação, ensinamentos e nos estimula a crescermos na graça e fé em Deus. A Igreja, cuja palavra no grego significa ekklesia (reunião de um povo, assembléia), se destaca como Instituição criada por Jesus Cristo (MT 16.13-19; Ef 2.19; At 15.4), fundada no Calvário (Mt 27.50,51) e inaugurada no Dia de Pentecostes(At 1.4;2.1-4), tendo como principal missão anunciar o Evangelho de Cristo a toda a humanidade(Mc 16.15;At 5.42; Rm 1.16; I Cor 9.16), expande-se por toda a Jerusalém, Judéia, Samaria e até os confins da terra, se tornando em menos de 400 anos a principal Instituição do mundo. O Início da Igreja, cuja História e Caminhada continua até os nossos dias, nos seus primeiros 200 anos da Igreja, período de dura e severa perseguição surgiu os grandes mártires, no período de 284 a 305 ocorreu uma forte perseguição pelo imperador Diocleciano. Mas em 313 o Imperador Constantino promulga o Edito de Milão, oficializando o Cristianismo como religião Oficial do Estado, mas como tática Política que Religiosa e definiu a cruz como símbolo oficial da igreja (“Em touto nika” “Com esta cruz vencerás”). Em 325 com Concílio de Nicéia, a Igreja vivencia um novo momento cheio de embates, erros e distanciamento da verdade bíblica. Em 395 temos a divisão do Império Romano e em 476 a queda do Império Romano do Ocidente e em 1054 o Grande Cisma na Igreja, tendo como fator principal o embate com os iconoclastas do Ocidente, surgindo a Igreja Romana e a Ortodoxa. Em 1074 a Igreja Romana proíbe o casamento entre os sacerdotes e em 1095 a 1270 realiza as Cruzadas. Estudar a História neste período em que a Igreja se consolida como principal instituição religiosa, social, educacional e política e proprietária de terras. As transformações em que o mundo vivenciou com as Grandes Navegações, inovações e invenções foram duros golpes no Clero, mas a maior força que se levantava eram os ideais dos pré-reformadores como João Huss, John Wycliffe entre outros que combatiam e pregavam mudanças na conduta da mensagem bíblica, mas foram cruelmente perseguidos e mortos. A Igreja começa a sujar suas mãos com seu próprio sangue, e distanciando da verdade bíblica (II Pe 2.1-3) comete graves erros dentre os principais a cobrança de indulgência para a salvação, desencadeando para a tão esperada “Reforma Protestante”, cujo personagem símbolo tornou – se Martinho Lutero, monge alemão que em 31 de outubro de 1517 apregoou as 95 teses na Catedral de Wittemberg, que como conseqüência gerais vieram mudanças religiosas, políticas, econômicas e sociais.A Europa vivencia um turbilhão de acontecimentos e transformações de ideais, conceitos e Fé. A ênfase da Reforma se firmou no reconhecimento das Escrituras como única fonte de autoridade e Fé para o Cristianismo, mas destaco a Tradução da Bíblia para o alemão e outros idiomas. A Revolução Industrial e o capitalismo põem abaixo o feudalismo, o fim da escravidão na Europa e sua tentativa por todo mundo é iniciada pelos protestantes, que receberam este nome em 1529 na Dieta de Espira, a idéia da unidade papal na igreja desmoronou como também a do imperador, que passou a ser apenas rei em seus círculos fechados (países). A Reforma era necessária, a Palavra de Deus não poderia ser tratada daquela maneira, erros doutrinários precisavam ser combatidos, a Igreja em sua ofensiva realizou a Contra – Reforma com o concílio de Trento, e dirigi seus desafios para o Novo Mundo (América descoberta). Em um século a Cristandade Medieval desmorona e o mundo começa a respirar novos ares, os pré-reformadores não são santos, mas utilizaram da sua confiança em Deus para realizar mais que uma crítica, uma reforma que a Igreja necessitava, e da qual eles não seriam mais que preâmbulos.


Que Deus em Cristo vos abençoe!!

A Deus toda Honra, Glória e Louvor.


Lucas Queiroz


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

7ª aula - Tons e semitons naturais

Intervalo: é a distancia de um som e outro.
Tom: é um intervalo, entre dois sons, formado por dois semitons.
Semitom: é o menor intervalo, entre dois sons, que podemos perceber e o classificar.
Escala diatônica: é a sucessão de oito sons conjuntos conservando de um para o outro intervalo de tom ou semitom.
Exemplo:

Os tons e semitons que encontramos na escala diatônica são chamados Naturais.
A cada uma das escalas, de acordo com a sua função na própria escala, dá-se o nome de grau, uma escala é uma sucessão de sons em graus conjuntos.
A escala diatônica tem 8 graus, sendo que o oitavo é a repetição do primeiro (uma oitava acima). Os graus tem as seguintes denominações:
1º grau - Tônica
2º grau - Supertônica
3º grau - Mediante
4º grau - Subdominante
5º grau - Dominante
6º grau - Superdominante
7º grau - Sensível
8º grau - Repetição da Tônica

A escala é formada por cinco tons e dois semitons.
Os semitons são encontrados do 3º para o 4º grau, do 7º para o 8º grau.
Os tons são encontrados do 1º para o 2º, do 2º para o 3º, do 4º para o 5º, do 5º para o 6º e do 7º para o 8º.
Segue-se o gráfico com todos os tons e semitons da escala diatônica do Dó.Exemplo:

Há duas espécies de semitons: o Diatônico e o Cromático.
Os semitons diatônicos são os que mudam de nome. Exemplo:

Os graus das escalas também se classificam como conjuntos ou disjuntos. São conjuntos quando sucessivos. Exemplo:

São disjuntos quando entre ambos vem intercalados um ou mais graus. Exemplo:



Duvidas é só comentar.... Breve estaremos postando vídeos com aulas práticas.


6ª aula - Teoria Musical (Compassos simples)

Em qualquer compasso a figura que preenche um tempo do compasso chama-se "unidade de compasso".
Os compassos são representados por uma fração ordinária colocada no princípio da pauta, depois da clave.

Atualmente encontra-se, em trechos de autores modernos, a indicação dos compassos da seguinte forma:


Analisemos pois os termos fracionários (2/4, 2/2, 3/2, etc.) que representam os compassos simples.
O numerador indica o número de tempos do compasso. Nos compassos simples os números que temos como numerador são: 2 para o binário, 3 para o ternário e 4 para o quaternário.
O denominador indica a figura que representa a U.T. (unidade de tempo). Os números que servem como denominador são:

Vamos analisar um compasso indicado da seguinte forma:
2/4
O número 2, que é o numerador, indica o número de tempos do compasso, logo temos o compasso de dois tempos ou binário.
O denominador, que é o número 4, indica a U.T. (unidade de tempo) a figura que representa a quarta parte da semibreve, ou seja, a semínima.
Conclusão:
2/4 quer dizer que teremos 2 semínimas para cada compasso, ou valor correspondente a 2 semínimas. Colocaremos uma seqüência de compassos simples com as devidas U.T. e U.C.


Os compassos simples mais usados no contexto musical são:
Para marcarmos os compassos indicando a divisão dos tempos através de movimento com a mão, usaremos o seguinte sistema:

O tempo mais forte é o mais acentuado.
Recomenda-se a maior precisão no marcar o compasso. É necessário que cada tempo seja batido livremente, sem hesitar não deixando a mão arrastar-se, o que sempre prejudica os valores e que todos os tempos sejam duma perfeita igualdade do início ao fim do trecho.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Estranho modo de se enforcar

Os evangelhos nos falam do enforcamento de Judas Iscariotes. Mas no livro de Atos encontramos a especificação desse enforcamento.
Atos 1:18b, referindo-se a Judas diz: "... Precipitando-se rebentou pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram". Ou seja, enforcou-se pela barriga.
Estranho, não?

Leia a Bíblia!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Jonas no ventre da baleia

Ao referir-se à estadia de Jonas durante três dias e três noites no ventre do peixe, Jesus cita um "grande peixe" (Mt. 12:38). Porém em algumas versões o termo grande peixe, é substituído por baleia ( o que é bem provável ter sido). Se o peixe era realmente uma baleia, o milagre foi maior do que imaginamos, pois a baleia é mamífero, e todo mamífero contém suco gástrico no estômago (uma substância comparada ao ácido muriático) e é impossível a qualquer ser vivo sobreviver, numa porção de suco gástrico.

Leia a Bíblia!